Para impedir que 94 servidores percam o adicional salarial, referente ao risco de vida, de 45%, recebido durante pelo menos 17 anos, o Sintergs participou de uma audiência com o secretário adjunto da Administração e dos Recursos Humanos, Leonardo Kauer e exigiu o retorno do benefício. De acordo com o presidente do Sintergs, Lucídio Ávila, no final do ano passado o governo estadual cortou o adicional sem explicar a razão. A medida afeta médicos, psicólogos, nutricionistas e outros profissionais que trabalham nos Centros de Atendimento ao Educando.
Para Ávila, é um absurdo retirar um benefício sem dialogar ou explicar o real motivo. "Diminuem salários, mas as funções permanecem as mesmas", argumentou.
Para Ávila, é um absurdo retirar um benefício sem dialogar ou explicar o real motivo. "Diminuem salários, mas as funções permanecem as mesmas", argumentou.
Jornal Correio do Povo - pág. 24 - 26/01/2012
